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Categoria Escola: “Semeando Ideias Colhendo Resultados”

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O projeto “Semeando Ideias Colhendo Resultados” do Centro de Educação e Cultura “Saber” da Coopeducar em Venda Nova do Imigrante foi o vencedor da 7ª edição do Prêmio Biguá de Sustentabilidade 2018  na categoria Escola. Tem o objetivo de oferecer aos alunos e toda comunidade escolar a questão de consciência ambiental, voltada pra cidadania. São ensinados na A ideia é ensinar na escola mesmo ideias, práticas pra um meio ambiente melhor.

A coordenadora pedagógica da escola, Marli Zupeli, contou que  o projeto surgiu em 2006.  “Quando me mudei para esta casa em 2006, havia um pé de jatobá e embaixo havia uma média de 40 mudas e eu precisando cuidar do jardim. Levei para a escola, de como iria resolver este “problema” e surgiu o projeto”, contou.

O programa, que começou de uma ideia simples, é desenvolvido por meio de palestras, visitas, caminhadas e conversas. A escola possui uma estação própria de geração de energia elétrica solar, coleta seletiva, compostagem, horta orgânica, aquaponia, ações de reflorestamento, captação e armazenamento de água da chuva, coleta de óleo usado, entre outros. 280 alunos participam do projeto.

“A palavra-chave é reconhecimento. Ver que um projeto que foi feito com muito carinho esta entre os finalistas já é a maior alegria para nós, produtores de algo que podemos mostrar para a sociedade. O projeto chama muita atenção não somente na escola, mas de toda sociedade, porque é um projeto muito amplo envolvendo vários segmentos, vários setores, diferentes iniciativas”, explicou o diretor da Coopeducar Adelso Viçosi.

O diretor também comemorou o 1ª lugar no prêmio. “Ele é muito significativo tando para nós educadores, quanto para os nossos alunos. Ver e possibilitar aos nossos alunos sair do espaço das quatro paredes da educação é um dos melhores meios de nós promovermos de fato a verdadeira educação de uma criança. E agora estamos pensando nos próximos 20 anos”.

O agricultor João Fábio Zandonadi cedeu uma propriedade para a escola desenvolver o projeto. Antes o local só tinha plantação de café. “Voltou a ter vários animais: o quati, paca, pássaros e voltou a ter água. Porque se o terreno não tem a contenção de água existe a erosão e o terreno sofre”, contou.

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